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5.4.13

Codex Gigas: A bíblia do diabo!

Não se assustem com o título, está bem?! É apenas uma curiosidade, diretamente ligado a história e eu amo história, então resolvi compartilhar com vocês. Afinal...
 
A ficção é sempre muito mais interessante do a realidade em que vivemos, concordam?
 
 
Codex Gigas é considerado o maior manuscrito medieval do mundo e estava sendo preservado na Suécia, mas em 2007 ele voltou para a sua terra natal, na República Tcheca. Ele é conhecido como "bíblia do diabo", por causa de uma grande figura do mesmo em seu interior e também da lenda em torno de sua criação.
O códice tem capas de madeira, revestidas de couro e ornamentadas com motivos metálicos. Com 92 cm de altura, 50 cm de largura e 22 cm de espessura, é o maior manuscrito medieval conhecido. Atualmente é constituído por 310 folhas de velino (uma espécie de pergaminho), mas há indícios de algumas páginas terem sido retiradas da versão original.
 
 
Não se sabe quem o criou ou as razões das páginas terem sido removidas. O códice pesa cerca de 75 kg, e o velino nele usado foi elaborado a partir de pele de vitelo (ou pele de jumento, segundo algumas fontes), num total de 160 animais.
 
 
Segundo a lenda, o escriba foi um monge que quebrou os votos monásticos e foi condenado a ser murado vivo. A fim de evitar esta severa sanção, ele prometeu a criação, em uma única noite, de um livro que glorificaria o mosteiro para sempre e que incluiria todo o conhecimento humano. Perto da meia-noite, ele teve a certeza que não conseguiria concluir esta tarefa sozinho e, por isso, fez uma oração especial, não dirigida a Deus, mas ao querubim banido, Lúcifer, pedindo-lhe que o ajudasse a terminar o livro em troca da sua alma. O monge vendeu, assim, a sua alma ao diabo. O diabo concluiu o manuscrito do monge e foi acrescentada uma imagem do diabo como agradecimento pela sua ajuda. Apesar desta lenda, o códice não foi proibido pela inquisição e foi analisado por muitos estudiosos ao longo dos tempos. Considerava-se por muito tempo que esta versão de condenação ao emparedamento do monge era verdadeira, devido à interpretação precipitada da palavra Inclusus, como sendo emparedamento. Na verdade foi reconsiderada esta tradução como sendo “recluso”. Seria um monge que foi condenado, ou se condenou à reclusão no monsteiro para realizar o trabalho de uma vida. Se reforça essa versão pela “dedicatória” encontrada no final do livro: hermanus inclusus, ou “Herman, o recluso” ou “Herman, o enclausurado.
 
(Fonte: Wikipédia)
 
 
O que acham de um vídeo sobre o Codex Gigas? Encontrei no Youtube um documentário que o canal National Geographic fez sobre o manuscrito e contando cada detalhe, depois de muitas pesquisas. ASSISTAM!
 
 
Instigante, não acham? Esse documentário foi genial, fiquei com os olhos grudados na tela do computador do início ao fim e com uma vontade enorme de ver o manuscrito de perto.
 
Tiveram a mesma vontade que a minha?
 

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