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2.5.14

"Não é deixar pra trás, é viver..." De Bruna Vieira



Oie oie meus amores, como você estão?
Bem, já faz um mês mais ou menos que eu comprei um  livro que a linda da Tainan Amorim me indicou.
E já faz 15 dias que estava lendo este livro o  "Depois dos quinze" da escritora e
também blogueira Bruna Vieira. O livro "Depois dos quinze" é composto por contos e crônicas
escrito e postado pela Bruna, no seu blog que leva o mesmo nome do livro..."Depois dos quinze"

" Bem tenho que confessar que eu como leitora no começo tive um pre-julgamento sobre o livro.
 Não coloquei muita fé, achava que pelo título usado, seria... Vamos dizer assim, um livro feito para meninas de quinze anos. Quero dizer, quem já passou por essa fase ou esta passando sabe que nessa idade, nós nos prendemos a tantas coisas bobas e simplesmente esquecemos que existem outros dias, outras pessoas e principalmente muitas outras chances. Como dizia minha mãe, é a idade que fazemos grandes tempestades em pequemos copos de água. 
E de fato eu já fui assim. E dessa maneira eu hoje com dezoito anos poderia achar os textos da Bruna, imaturos. Bobos. Feito mesmo para meninas de quinze anos."

"Mais foi ai que eu completamente me enganei, e me surpreendi também com o livro Depois dos quinze
Os contos e as crônicas e a linguagem que o livro Depois dos quinze trás não tem absolutamente nada de imaturo. 
Vamos dizer assim, que a Bruna sabe muito bem como usar as palavras. Bem eu uma garota de 18 anos tive muita facilidade de me encontrar em meios a tantas linhas, parágrafos e sentimentos que a 
Bruna transborda no Depois dos quinze. 

Então depois de algumas madrugadas lendo o Depois dos quinze, me achei em uma de suas crônicas e contos... 
E assim vim aqui trazer ela pra vocês. Bem eu espero que gostem e consiga filtrar todos os sentimentos bons da mesma maneira, ou melhor que eu consegui filtrar com o que texto 
"Não é deixar pra trás, é viver..." Vamos lá? 




"Não é deixar pra trás, é viver..."


A gente tem mania de dividir tudo em passado, presente e futuro. Mas, e se por algum motivo não fosse mais assim? Se a contagem de tempo simplesmente parasse de acontecer. Se o que você lembra e o que você consegue imaginar não estivessem mais tão longe. Parece loucura? Talvez até seja. Mas é pensando assim que tenho levado os dias dos dois últimos meses na minha vida.


Comecei riscando a palavra perder do meu dicionário. Fica mais fácil fazer quando finalmente entendemos o real motivo da nossa existência. Não estamos aqui pela eternidade, e sim pela aventura de sentir coisas diferentes e inexplicáveis todos os dias. Perder faz parte disso. Talvez seja até o momento mais importante. Quando pra conseguir em frente, precisamos respirar e parar de olhar pra trás e pra frente.
 Olhar pra dentro.


Comecei a agradecer todos os dias. Não sou religiosa, mas acredito que existe alguma coisa maior do que o pouco que conseguimos entender. Então, seja lá o que ou quem for, obrigada por cada lágrima, sorriso e decepção que me trouxeram até aqui. Tenho certeza que sem aquelas noites sem dormir e textos escritos em vão, eu não teria entendido isso tão cedo.


Dei um tempo de tudo aquilo que me fazia triste. Foram sei lá, duas semanas de introspecção. Entendo como o meu corpo e alma reagiriam a tantas mudanças. Disseram que eu já não era mais a mesma. E eu só conseguia pensar: quanto tempo será que eu precisar pra entender e aceitar isso? Um mês.


Abri a porta do meu coração. Foda-se se isso algum tempo depois me faria parecer (e fez) mais uma garota apaixonada dizendo coisas previsíveis pra alguém. O amor era a chave.


E então, as coisas que vivi, os caras que beijei e as palavras que nem cheguei a ouvir pararam de ficar para trás. Agora, as lembranças estão comigo cada vez que abro os olhos de manhã. Quando não deixo pra depois e faço questão de dizer ou ouvir. Quando uma boa notícia me faz querer gritar da janela. Quando ligo a televisão pra ouvir a voz de alguém em casa. Quando acordo no meio da tarde pensando que os últimos meses foram um sonho. Quando durmo falando com alguém no telefone. Quando coloco fotos no mural. Quando beijo alguém e sinto que meu peito vai explodir. Quando enfim, sou feliz.

De Bruna Vieira em Depois dos Quinze




É isso ai meus amores, espero que tenham gostado tanto quando eu...
E bom final de semana a todos <3
Até segunda, não esquecendo que na segunda- feira tem mais
"Brincando de Ana Maria" aqui no Dreamy Fearless. 

Beijinhos família Dreamy Fearless :*


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