Diga não a Gordofobia

Leia mais

Retrospectiva 2017 (+ lidas)

Leia mais

Papo de amiga - Vamos ser felizes em 2018

Leia mais

13.4.15

Dica de filme: "The Rocky Horror Picture Show"

Hi guys! Tudo bem?
Semana passada eu assisti (finalmente!) ao musical mais "polêmico", divertido e ousado que já assisti até hoje. Peço para que deixem o pudor, o preconceito e o que for de lado, para se jogar nessa trama cheia de sexualidade e músicas chicletes.

Espero que gostem!



Sinopse:
Influenciado pelo matrimônio de um grande amigo, Brad Majors (Barry Bostwick) decide pedir sua noiva, Janet Weiss (Susan Sarandon), em casamento. Antes da cerimônia eles partem em uma viagem de carro, mas acabam se perdendo. Para piorar a situação, o carro quebra e está chovendo bastante. Eles vão até um castelo próximo em busca de ajuda e são recepcionados por Riff Raff (Richard O'Brien), o criado do dr. Frank N Furter (Tim Curry), dono do local. Brad e Janet estranham o visual e o comportamento de todos, sem imaginar que Frank N Furter dedica a vida à libido e o prazer. Seu novo plano é criar um homem musculoso, Rocky (Peter Hinwood), que possa atender aos seus anseios sexuais.





Esse musical me surpreendeu completamente. O enredo é maluco, as músicas são contagiantes, os personagens são estranhamente atraentes e tudo exala sexualidade. Quem assistiu ao filme "As Vantagens de ser Invisível" deve lembrar das performances de Patrick, interpretado pelo lindo e exótico Ezra Miller, que o fez com maestria a parte do Frank. 

Uma curiosidade que acabei descobrindo durante a pesquisa para fazer esse post, é que o filme é baseado na peça com o mesmo nome escrita por Richard O'Brien, que interpreta o Riff Raff na adaptação. 



Se você é o tipo de pessoa que sempre procura sentido nos filmes e repudia quando encontra algo exageradamente inexplicável, não assista o filme. No musical não há história de um amor infinito, a luta de ficarem juntos e muito menos sobre heróis que estamos acostumados. Definitivamente não se trata disso! É uma história maluca de um ser que fez da pesquisa sobre o métodos de reprodução dos humanos em um diversão só dele.

Frank seduz tudo o que lhe atrai (não importa se é homem ou mulher) sem pudor algum e é exatamente o que acontece com Brad, assim como com a sua noiva Janet. Que demonstram no início da trama ser um casal bem sem graça, engatando um noivado porque seus amigos casaram e não faziam ideia dos encontros que estavam fadados a acontecer. Obviamente eles estranharam a aparência e os movimentos tão "liberais" que presenciaram a partir do momento em que puseram os pés no castelo, algo que não era normal em sua realidade. Fora de seus padrões. Tudo muda quando o Frank-N-Furker entra em cena, com toda a sua excentricidade de travesti, exuberância e poder sobre os seus saltos altos, cantando Sweet Transvestite - que é um dos ápices do musical e eu confesso... Me senti seduzida pela performance impecável do Tim Curry! Ele 0-f-u-s-c-0-u quem estava ao seu redor no momento! #PalmasParaEle

Eu poderia ficar falando o dia inteiro sobre as músicas que mais gostei e as minhas partes prediletas, mas prefiro que vocês sintam o mesmo que senti ao assisti-lo. Havia apenas assistido alguns vídeos e lido a sinopse em alguns sites, entretanto nada me preparou para o grande show que é esse musical. Melodias que fazem você querer fazer parte do show, figurinos chamativos, cenários ora futuristas, ora dignos de um castelo mal assombrado. 

Recomendo esse filme à todos que procuram algo diferente dos romances habituais e repetitivos. Especialmente para os leitores que estão a procura de uma obra que deixara o politicamente correto de lado para fazer um musical que faz rir das referências sexuais, dançar enquanto o assistem e cantarolar as canções horas depois, como fazemos com nossas bandas ou cantores favoritos. Vale muito a pena! 


---X---
    
Até mais, galera! Espero que tenham curtido! :)


0 Comments:

Postar um comentário

 
Posts Relacionados