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9.11.15

"O Essencial é invisível aos olhos."


Oi gente, tudo bem?

Então... hoje apresento pra vocês um breve resumo de um dos meus livros prediletos e que traz mensagens que nos fazem refletir muito sobre a nossa vivência na Terra. Espero que este livro toque o coração de vocês, assim como tocou o meu.


O autor do livro é o personagem principal da história, que assume também o papel de narrador, contando sobre o fatídico dia em que seu avião teria caído no meio do deserto do Saara. Lá, o personagem principal adormece e ao acordar se depara com o Pequeno Príncipe, que pede para que ele desenhasse um cordeiro numa folha de papel. O protagonista é frustrado em relação aos seus desenhos, pois nunca ninguém conseguia interpretar as suas artes da forma correta.
Ao longo da história, o Pequeno Príncipe vai narrando as suas aventuras para o protagonista.

O jovem estaria a procura de um carneiro para comer as árvores que estariam crescendo em excesso em sua terra, um asteroide conhecido por B 612, que teria apenas uma rosa vermelha e três vulcões, sendo que um deles está inativo.

Ao ouvir as aventuras do Pequeno Príncipe, o protagonista vai percebendo como as pessoas deixam de dar valor as pequenas coisas da vida conforme vão crescendo.

Análise de Frases do Livro O Pequeno Príncipe


Esta obra literária aborda em várias partes o valor das coisas. Através desta afirmação da Raposa, podemos concluir que o verdadeiro valor de algo ou de alguém não pode ser visto com uma visão superficial. Para conhecer o que é essencial é preciso ver com o coração, ou seja, tirar tempo para conhecer, olhar sem preconceito e sem discriminar.


Esta frase descreve o laço afetivo existente entre o Pequeno Príncipe e a Rosa. Podemos concluir com esta frase que o que torna as coisas ou pessoas importantes é o tempo que nós investimos nelas. Quanto mais tempo, mais importante se torna nas nossas vidas.


Com esta declaração, a Raposa expressa o carinho que sente pelo Pequeno Príncipe. O mesmo acontece entre pessoas que gostam uma da outra, existe esse sentimento de antecipação quando se sabe que vai haver um encontro.


As duas estruturas mencionadas (muros e pontes) servem para designar atitudes no contexto da interação social. Os muros servem para criar uma separação entre dois lugares, enquanto as pontes têm a função oposta, ou seja, são construídas para conectar dois lugares. Assim, quem é solitário se afasta das outras pessoas, construindo muros e não pontes.


Esta frase revela o perigo e a insensatez de generalizar, julgar e avaliar uma pessoa por alguma coisa que aconteceu no passado. Isso também pode ser aplicado ao tópico da discriminação e preconceito racial. Só porque alguém foi magoado por uma pessoa de uma determinada classe, raça, gênero ou grupo social, não significa que todas as pessoas são iguais.


O fenômeno de “cativar” algo ou alguém é amplamente abordado neste livro. Esta frase explica que quando é formado um relacionamento (seja ele amoroso ou de amizade), as pessoas se cativam e ao cativar, são responsáveis por ela. Isso significa que o amor ou amizade requerem responsabilidade. O Pequeno Príncipe cativou a Rosa e por esse motivo era responsável por ela, dando resposta aos seus desejos e caprichos.

Personagens do Livro O Pequeno Príncipe

O Pequeno Príncipe
O personagem que dá o nome ao livro é um dos dois protagonistas da história. Esta criança vem do asteróide 325 (conhecido na Terra como B-612) e deixa a sua casa e a sua querida rosa, viajando pelo Universo. Nos vários planetas que visita, tem contacto pela primeira vez com adultos e fica espantado com o comportamento adulto e suas incoerências.

O Pequeno Príncipe representa a infância inconsciente dentro de cada adulto, simbolizando sentimentos de amor, esperança e inocência.

O Piloto
Assume o protagonismo da história juntamente com o Pequeno Príncipe, e tem a função de narrador. Quando era criança, o piloto tinha o sonho de ser um artista, mas foi desencorajado por adultos à sua volta. Apesar disso, o piloto faz vários desenhos para o Pequeno Príncipe e revela que a sua visão do mundo é mais parecida com a de uma criança.

Simboliza a atitude de perseguir e lutar pelos sonhos. A sua busca pelo poço no deserto revela a importância de aprender as lições através da exploração pessoal.

A Rosa
Elemento que é objeto do amor do Pequeno Príncipe, mas graças ao seu comportamento contraditório faz com que ele parta em viagem. Tem uma atitude melodramática e orgulhosa e é simultaneamente convencida e ingênua. O Pequeno Príncipe cede aos seus caprichos e cuida muito bem da Rosa, e a sua memória faz com que queira regressar ao seu lar.

Simboliza o amor que deve ser cultivado e cuidado. Apresenta características humanas, tanto boas como más.

A Raposa
Aparece na história de forma repentina e misteriosa e estabelece um relacionamento de amizade com o Príncipe. Apesar de pedir para ser domada pelo seu amigo, a raposa atua não só como pupila, mas como sua tutora, ensinando-lhe valiosas lições.

Representa a sabedoria pois ensina valiosas lições ao Pequeno Príncipe, sendo as mais importantes: só o coração consegue ver corretamente; o tempo que o Pequeno Príncipe passou longe do seu planeta fez com que valorizasse mais a Rosa; o amor implica uma responsabilidade. 

O Carneiro e a Caixa 
Quando o Pequeno Príncipe pediu ao Piloto para desenhar um carneiro, não ficou satisfeito com o resultado. Assim, o Piloto desenhou uma caixa, afirmando que dentro dela vivia o carneiro que o Pequeno Príncipe tinha pedido para desenhar.

Simboliza o poder da imaginação, capaz de ajudar a contornar problemas que aparecem no dia a dia. O Pequeno Príncipe fica preocupado que o carneiro coma a sua Rosa. Por esse motivo, o carneiro representa a dualidade da entrega do amor: dá prazer, mas também pode ser uma porta para o sofrimento.

Elefante dentro da Jiboia
Este é um desenho feito pelo Piloto e que é revelado ao Pequeno Príncipe. Inicialmente os adultos não entendiam o desenho e o confundiam com um chapéu, porque a jiboia que comeu o elefante assumiu a sua forma. Para explicar o desenho, o Piloto fez uma segunda versão, um raio X que revela o elefante dentro da jiboia.

Esta ilustração pretende demonstrar que nem sempre aquilo que vemos é a realidade. Assim como o primeiro desenho parecia para muitos um chapéu, na vida, muitas coisas não são o que parecem à primeira vista.

A Serpente
Este é o primeiro personagem que o Pequeno Príncipe encontra na Terra. É possível fazer um paralelismo com a serpente do livro e a serpente da Bíblia, que convenceu Adão e Eva a comer o fruto proibido, o que resultou na expulsão do Éden. É responsável por enviar o Pequeno Príncipe à sua casa através da sua mordida venenosa.

Representa o fenômeno da morte e apesar de falar por enigmas, não requer tanta interpretação como outros personagens, porque fala com franqueza.

O Rei
O Pequeno Príncipe encontra o Rei no primeiro planeta que visita. Apesar de pensar que ele governa todo o Universo, o seu poder é vazio, porque ele só pode dar ordenar coisas que aconteceriam mesmo sem que ele mandasse. Ele faz tudo para que o Pequeno Príncipe ficasse com ele, mas como não consegue, o nomeia seu embaixador quando ele vai embora.

É mandão mas tem um bom coração e ensina a lição que “é preciso exigir de cada um o que cada um pode dar”.

O Bêbado
Elemento envolvido em tristeza que afirma que bebe para esquecer a vergonha de beber. O Pequeno Príncipe fica com pena dele, mas ao mesmo tempo fica intrigado com a sua atitude perante a vida.

Representa a ignorância e as pessoas que tentam fugir da realidade ou resolver um determinado problema através de um vício.

O Homem de Negócios
Completamente envolvido nos seus cálculos, o Homem de Negócios quase não nota a presença do Pequeno Príncipe. Este personagem se apropria das estrelas, afirmando ser mais rico desse jeito. O Pequeno Príncipe entende que a sua lógica é parecida com a do Bêbado e afirma que não vale a pena ser dono de alguma coisa se não se cuida delas.

Tem a função de caricatura dos adultos, que muitas vezes estão tão envolvidos nos seus negócios que não conseguem aproveitar a vida. É o único personagem criticado abertamente pelo Pequeno Príncipe.

O Acendedor de Lampiões
Inicialmente o Pequeno Príncipe pensa que é apenas mais uma pessoa com comportamento ridículo e sem propósito. No entanto, ao verificar a devoção e empenho no seu trabalho, chega a admirá-lo. Tem a tarefa de acender o lampião de noite e apagá-lo de dia, mas o planeta gira muito rápido e o Sol se põe a cada minuto, o que faz com que o seu trabalho seja extenuante.

Simboliza as pessoas que cumprem determinadas tarefas sem pensamento crítico, muitas vezes fazendo coisas sem sentido ou sem entender porquê.

O Geógrafo
Um homem com bastante conhecimento geográfico e que escreve vários livros. Não obstante a sua inteligência sobre outro lugares, não conhece nada sobre o seu próprio planeta, afirmando que não é a sua função explorá-lo. É ele que recomenda ao Pequeno Príncipe uma visita ao planeta Terra.

Quando o Geógrafo revela que não estuda as flores porque elas não duram para sempre, o Pequeno Príncipe fica preocupado e se arrepende de tê-la deixado.

O Astrônomo
O astrônomo turco foi o primeiro humano a descobrir o asteróide B-612, a casa do Pequeno Príncipe. Quando este personagem fez esta descoberta, ninguém acreditou porque ele vestia roupas típicas turcas. No entanto, foi ouvido quando anos mais tarde fez a apresentação com roupas ocidentais.

Representa o problema da xenofobia e racismo na sociedade, onde pessoas são julgadas de acordo com a sua roupa, raça ou local de nascimento.

O Vaidoso
É o único habitante no seu planeta e tem uma enorme necessidade de ser reconhecido e elogiado pelos outros. Ele pergunta se o Pequeno Príncipe o admira e pede para que ele diga que é o mais inteligente, mais bonito e mais rico do planeta, o que é estranho par ao protagonista, já que o vaidoso é a única pessoa do planeta.

Este personagem ensina que nós não podemos depender dos elogios dos outros para encontrarmos o nosso valor.


Por hoje é só meninas, espero que tenham gostado do meu ponto de vista de uma bem direta e prática sobre todos os detalhes do Livro "O Pequeno Príncipe" de Antoine de Saint-Exupéry.


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