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25.7.16

"DOR DO PARTO"- Por Ana Cris Duarte

Olá sonhadoras mamãe, gestantes e tentantes!
Hoje vim trazer um texto lindo que eu encontrei escrito pela Ana Cris Duarte / Amigas do Parto postado lá na fampage MOVIMENTO NASCER MELHOR,clique aqui é conheça esse movimento! Bem hoje estou com 30 SEMANAS, entrando no meu 7 MÊS de gestação, e assim dês do meu quarto mês venho me preparando fisicamente e mais psicologicamente para o grande dia! O dia eu vou ver pela primeira vez o rostinho do meu Baby Ben, e nesses quase sete meses que já passaram já sonhei milhares de vezes com esse dia e hoje faltam menos de 70 dias!!! Minha ansiedade já esta a mil!!! Bem como já falei aqui dês que confirmei minha gestação escuto trilhões de coisa positivas e negativas sobre o assusto "PARTO" e claro nada melhor do que pesquisar e ler sobre o assunto eu mesma! 


Bom dês de vídeos, texto, fotos tudo eu já assisti ou li sobre o assunto parto, ate mesmo sobres os tipos de parto e recuperações de cada um deles! Bem de tudo que eu sei ate agora, é que SIM EU QUERO PARTO NORMAL! E eu super apoio os movimentos a favor dos PARTOS HUMANIZADOS E PARTOS NATURAIS! Mais não vim falar sobre isso hoje, quero preparar um vídeo sobre o assunto! Vim mesmo é compartilhar este texto lindo, que fala a real realidade sobre a "DOR DO PARTO"... Vem comigo se apaixonar por essa dadiva de Deus!


DOR DO PARTO
Por Ana Cris Duarte / Amigas do Parto


PARA QUE SERVE A DOR?
Um dos maiores medos associados ao parto é o medo da dor. Os avanços da medicina permitiram o aparecimento de drogas cada vez mais sofisticadas que se não curam, pelo menos tiram a dor. A anestesia nos tira a dor e muitas das sensações físicas ligadas ao trabalho de parto. Dor de dente, dor de cabeça, dor de barriga, dor nas costas… Por que conviver com a dor? Qual o significado da dor?

Na maioria das vezes, a dor é um sinal do corpo de que algo não está indo bem. Uma dor de estômago pode significar que comemos um alimento deteriorado. Uma dor de dente pode significar um nervo inflamado. Se não sentirmos a dor, se anestesiássemos todo o corpo, jamais sentiríamos dor. Mesmo com fraturas, úlceras ou cistites, o que seria muito perigoso! Não podemos, então, simplesmente poupar-nos da dor.

Outras vezes a dor é um aviso de que um músculo foi sobrecarregado, como quando carregamos um peso por muito tempo, ao fazermos exercício físico numa dose maior que a habitual. Essa dor frequentemente nos dá prazer. Saber que os músculos doem de uma boa sessão de natação dá uma sensação de poder e vigor. E é comum que pensemos: "Ah! Amanhã já passou!". E lá vamos nós para mais uma aula de natação.

Às vezes sentimos a dor da perda, a dor do luto, a dor na alma. Essas dores acontecem porque somos gente, pensamos, sentimos, amamos e sofremos com as perdas. Sem amor não sentiríamos a dor da separação. No final percebemos que valeu a pena ter amado, com ou sem dor. Enriquecemos e crescemos com esses sentimentos. Se tomamos antidepressivos para nos livrar do luto, percebemos que nosso mal estar com o tempo vai piorar e que não há como escapar dessa dor, cedo ou tarde teremos que lidar com ela. Remédios aqui decididamente não funcionam…


A DOR DO PARTO
A dor do parto é diferente dos outros tipos de dor, por várias razões. Primeiro porque é uma dor intermitente. Vem com a contração, começando fraquinha e aumentando, até atingir o pico, quando começa a diminuir e desaparece completamente. No intervalo entre as contrações não há dor, pressão, incômodo algum. É como se nada tivesse acontecido há 4 minutos. Nesses intervalos dá tempo de relaxar, meditar, respirar profundamente e muitas vezes dormir.

Outro fato é que a intensidade da dor do parto varia de mulher para mulher e de gestação para gestação de acordo com diversos fatores: limiar individual, grau de relaxamento, intimidade como o ambiente, apoio de familiares e profissionais, preparação e outros tantos… É uma dor diretamente influenciada por fatores psicológicos, funcionais e emocionais. Quando estamos com medo, ficamos tensas, e a nossa tensão faz a dor aumentar. É um ciclo bem conhecido, o ciclo do medo-tensão-dor. Vale para qualquer tipo de dor.

Um terceiro fator que às vezes soa estranho é que a dor do parto é "esquecida". É frequente ouvirmos as mulheres dizerem que tão logo o bebê está nos braços, a dor já foi completamente esquecida. É diferença daquelas cólicas menstruais que lembramos, algumas realmente inesquecíveis. Ou aquela dor de dente que destruiu nosso fim-de-semana. Se nos esforçarmos um pouco, dá pra sentir a danada de novo!

O certo é que uma boa experiência de parto significa, entre outras coisas, lidar com a dor normal inerente ao processo de abertura do colo do útero e aliviar ou eliminar as dores desnecessárias, provenientes de tensões, medos, ambientes impróprios, manobras médicas discutíveis ou presença de pessoas indesejadas.

E embora essa dor seja tão peculiar, lidar com ela não é muito diferente do que lidar com outras dores. Os recursos que podemos usar são universais: água morna, respiração, distração, encorajamento, carinho, apoio, balanço ritmado, massagem, relaxamento, meditação, oração, visualização, pressão, alongamento, respiração, vocalização, movimentação do corpo, ouvir música, cantar, gritar, gemer, chorar.

É claro que nem todos os recursos funcionam da mesma forma para toda mulher. Somos indivíduos diferentes. Nossos desejos, nossos desafios, o que nos move, tudo é individual. É bom lembrar que por isso mesmo qualquer procedimento médico ligado ao parto, não só aqueles ligados à dor, devem ser adotados individualmente e nunca rotineiramente. Rotina é para máquinas, não para gente e menos ainda para parturientes.

Quando nos sentimos confortáveis e seguras, aumentamos nossa capacidade de relaxar e assim nos concentrar no trabalho de parto. O trabalho de parto é feito de esforço, concentração, dedicação.

Existem elementos ambientais, recursos humanos e técnicos que podem ser de grande ajuda nessa tarefa intensa de dar à luz um bebê. Veja aqui alguns desses elementos e recursos.


LIDANDO COM A DOR DO PARTO
ELEMENTOS E RECURSOS
Apoio – pode ser obtido do companheiro, mãe, amiga, doula ou uma combinação dessas pessoas. Não sentir-se solitária nesse momento tão importante e intenso, ser cuidada com massagens, carinho e informações, tudo isso pode ser uma grande ajuda na travessia do processo do parto. É importante que você confie nas pessoas que estão a sua volta, que perceba a sintonia entre todas elas e sua genuína intenção de estarem te auxiliando no bom êxito do seu trabalho de parto. Deve haver compreensão, paciência, competência e respeito para com seus ritmos e tempos.

Silêncio, privacidade e ambiente discreto – não ter que falar durante as contrações, não ter que ouvir conversa paralela, ou vozes alteradas de comando, até sons de ambientes vizinhos, não ter pessoas entrando e saindo o tempo todo, tudo isso ajuda no trabalho de parto.

Iluminação – para a maioria das mulheres, um ambiente na penumbra ou na meia luz é mais propício ao relaxamento. Você pode fechar cortinas, usar abajures, lâmpadas mais fracas, etc..

Música – para algumas mulheres a música é relaxante, para outras pode ser fonte de perturbação. O importante é que cada mulher escolha se quer ou não quer música, quando e quais músicas devem ser tocadas durante o trabalho de parto.

Velas, aromas, cores – o uso de outros elementos ambientais podem ser muito importantes individualmente. Aromas, incensos, velas, luzes de cores especiais, enfim, todo recurso ambiental é válido e não deve ser desprezado, desde que seja de escolha da parturiente, e que seja disponibilizado nos momentos e intensidades desejados por ela.

Posicionamento – algumas posições servem para corrigir apresentações inadequadas do bebê, podem aumentar o fluxo sanguíneo do útero ou podem dar mais conforto. Embora bastante óbvio, é comum médicos ou regras hospitalares restringirem a posição da parturiente, deitada de lado durante o trabalho de parto ou de costas na hora da expulsão.

Mobilidade – auxilia na mobilidade dos ossos da bacia e diminui o tempo de trabalho de parto. Também é óbvio, mas da mesma forma é comum as mulheres terem que passar o trabalho de parto deitada em macas em salas de pré parto.

Massagem – os impulsos nervosos gerados pela massagem em determinadas regiões do corpo vão competir com as mensagens de dor que estão sendo enviadas ao cérebro, reduzindo as sensações de dor. São impulsos nervosos diferentes, competindo pelos mesmos receptores do cérebro. Essa massagem deve ser aplicada nos pés e mãos e funcionam como a técnica de contra-pressão (feita nas costas, durante a contração, na altura da borda superior da bacia). Massagens aplicadas nos ombros e pescoço são melhores entre as contrações e ajudam a relaxar. Já a massagem suave na barriga, braços e pernas dá a sensação de apoio físico e companheirismo. Todas têm grande valor.

Respiração – embora ninguém se "esqueça" de respirar, existem técnicas que ajudam a aumentar a oxigenação durante as contrações e o relaxamento durante os intervalos. Basicamente, entre contrações a respiração deve ser calma e profunda, propiciando maior relaxamento. Durante a contração, usa-se uma respiração mais acelerada, começando lenta e ficando mais curta e rápida no auge da contração (como cachorrinho), voltando aos poucos a ficar mais profunda e longa conforme a contração vai se dissolvendo. Essa respiração aumenta a oxigenação. Embora essas sejam dicas úteis para o parto, a adaptação varia de mulher para mulher e ao longo do trabalho de parto. Não existem regras fixas, mas muitas mulheres se sentem bem ao receber essas dicas das pessoas que a estão acompanhando. Outras mantêm intuitivamente um ótimo ritmo respiratório, sem necessidade de auxílio.

Uso da água – um recurso importante, nas suas variadas formas. O chuveiro morno sobre as costas é relaxante e diminui a sensação de dor. Não há limite de tempo para a mulher permanecer no chuveiro. A água muito quente pode causar alguma queda de pressão. As banheiras comuns ou de parto também são relaxantes, podem fazer diminuir o inchaço, e diminuem a sensação de dor. O ideal é que a imersão seja feita quando a dilatação já atingiu 5 ou 6 cm, para que não haja desaceleração do trabalho de parto. Saiba mais sobre o parto na água e o uso da água no trabalho de parto.

Relaxamento – a importância do relaxamento está em não permitir que você e seu corpo lutem contra a dilatação ou contra as dores por ela provocadas. Essa luta provoca tensão, que por sua vez desacelera o trabalho de parto e provoca mais dor. É assim que o relaxamento permite que seu útero faça o trabalho. Relaxar significa entre outras coisas se desconectar dos pensamentos ruins, das preocupações, do mundo exterior. A prática da meditação durante a gravidez facilita o relaxamento na hora do trabalho de parto.

Visualização – para muitas mulheres esse recurso é importante, pois promove o relaxamento e diminui as tensões. A parturiente pode visualizar o bebê descendo pela bacia, o bebê saindo de dentro dela, seu colo se abrindo, água caindo, coisas ficando pesadas e pendentes, enfim, tudo o que tenha uma simbologia de descida e abertura.


TERAPIAS CLASSIFICADAS COMO ALTERNATIVAS
Apesar de não estar entre as terapias "cientificamente comprovadas", têm sido largamente empregadas por diversos profissionais com resultados excelentes.

Homeopatia - Existem vários recursos em homeopatia para o trabalho de parto, para auxiliar no relaxamento, na dilatação, na indução e aceleração.

Acupuntura – pode ser usada para alívio da tensão, indução e aceleração do parto.

Cromoterapia - relaxa durante as contrações e suaviza muito as sensações fortes da expulsão, quando aplicada diretamente sobre a vulva.

Terapia Floral - abaixa o nível de ansiedade, ajuda a lidar com o medo, tranquiliza e acalma, permite uma percepção mais aguçada, reforça a resistência física e emocional

Essas são apenas algumas das sugestões. Existem aparatos interessantes como a bola suíça, uso de óleos vegetais específicos, objetos familiares à parturiente. Preparação para o parto, leitura de livros, conversas com outras mães, também são ótimas opções. Tudo é válido quando o objetivo é proporcionar uma rica experiência de parto, que possa inaugurar com chave de ouro uma nova fase para a família envolvida.



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Gratidão!


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