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11.8.16

A gente tropeça e, de repente, muda

Hey Guys, como estão? 
Por aqui nublado feito céu de inverno #chatiada 
por isso a procura de coisas que me fizessem bem na internet achei um texto, que por incrível que parece me descreve completamente, afinal, as coisas mudam... 


Havia alguém aqui que costumava rir de qualquer bobeira que aparecia pela frente. Alguém que não se importava, que sonhava e flutuava lá em cima, junto com as nuvens, enquanto fechava os olhos para sonhar.

Havia.

Agora não há mais.

Os sorrisos simplesmente apareciam, sem maiores preocupações. Não importava o que tinha acontecido no segundo anterior, nem mesmo o que estava por vir. Era tudo tão fácil que, mesmo se as coisas dessem um jeito de entortar o caminho e partir para a confusão, eu logo tratava de voltar a ver o mundo com aquelas lentes coloridas especiais.

A minha leveza era genuína e, como uma pena, eu passava por tudo com paciência, constância e agilidade. Tudo tinha seu ponto bom. Tudo era um sorriso certo.

E eu costumava ser feliz saboreando cada pequena parte do meu dia, mesmo que não houvesse nada de novo nele. Tinha algo aqui dentro que era muito simples e bonito: a bondade me conduzia e me deixava em um modo permanentemente tranquilo. Talvez fosse um misto de paciência e um otimismo muito grandes que me guiavam, dando as mãos e enquanto eu olhava sempre para a frente.

Foi então que, em algum momento do percurso, tropecei. 

Não era o primeiro, mas certamente foi o impacto mais dolorido que eu havia sentido. Aquilo tudo que vivia aqui se provou frágil como vidro – me dei conta disso quando vi os caquinhos espalhados pelo chão.

Não perdi todo o sentimento bom, pois, de fato, me ergui e continuei caminhando. Mas não dava para ignorar que algo tinha ficado lá atrás – a minha realidade já não era mais a superfície cheia de cores que eu havia pintado.

Hoje, quando olho para o espelho, vejo que não sou mais a mesma. Comecei a ver a parte difícil de cada situação e os sorrisos já não saem mais tão despretensiosamente. Leva um tempo para a alma rir. Leva um tempo para a felicidade brotar.

E vou me adaptando a esta nova realidade, que já não é o mar de rosas que costumava ser. Tento trazer as cores de volta, nem que seja em outras interpretações, para fazer ressoar tudo o que é bom.

Talvez seja permanente, talvez seja uma fase. Fato é que, embora seja difícil, sei que, hoje, o que tenho é somente a realidade (e não adianta nada fingir ou tentar negar).
É com ela que preciso me acostumar – para, aos pouquinhos, me recuperar.
 
Texto original Depois dos Quinze Blog 


Enfim... Espero que de alguma forma gostem! 

Aproveitando para lembra-los que ta rolando sorteio aqui no blog, não deixe de participar! 

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