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31.1.17

Desventuras em Série - 1º Temporada

Hey Guys, como estão? 
A Terça-feira amanheceu chuvosa e cinza o que há torna perfeita para falar sobre essa série que conquistou o meu coração 


 SINOPSE
Os órfãos Baudelaire são três irmãos muito inteligentes; Violet é a mais velha, Klaus é o irmão do meio e Sunny é a mais nova, com três anos. Quando seus pais morrem, eles passam a morar com diferentes tutores, e o primeiro é Conde Olaf, que irá tentar roubar a enorme herança deixada pelos pais das crianças.

No dia 13 de Janeiro houve o lançamento da primeira temporada de Desventuras em Série na Netflix, e é claro que eu tinha que trazer para vocês essa resenha o quanto antes, uma vez que terminei de assistir os episódios ontem a noite, depois de uma pequena maratona. #risos

Para os que ainda se encontram meio perdidos sobre o que se trata a série, teremos então Violet (Malina Weissman)Klaus (Louis Hynes) e Sunny (Presley Smith), três irmãos que recebem a triste notícia de que os pais morreram em um trágico incêndio que destruiu também a mansão dos Baudelaire.

Por conta disso, eles são levados ao seu parente mais próximo, e esse parente supostamente seria o Conde Olaf (Neil Patrick Harris), um péssimo ator que transforma a vida dos órfãos num inferno, obrigando-os a fazer os serviços da casa enquanto tenta encontrar um meio de roubar a fortuna dos Baudelaire, quantia que só pode ser movida quando Violet – a mais velha – atingir a maior idade.

Acontece que seu plano mirabolante para ter acesso ao dinheiro acaba não dando certo, e o Conde precisa fugir para não ser preso, e as crianças acabam indo morar com outro parente – que logo se descobre ser o verdadeiro parente para o qual deveriam ter sido levados desde o começo.


Tudo parece perfeito, as crianças se vêem num lugar muito melhor do que foi à casa do Conde Olaf, mas como o próprio Lemony Snicket (interpretado na série por Patrick Warburton na série) gosta de nos lembrar o tempo todo, os órfãos não tem um final feliz, então Olaf acaba ressurgindo na vida das crianças precariamente disfarçado, mais uma vez com o objetivo de alcançar a fortuna dos pequenos Baudelaires, (ALERTA DE SPOILER) matando seus novos tutores, sempre que as crianças vão para algum outro lugar.

Enquanto tentam escapar das garras desse terrível – e muito sem noção – vilão, as crianças tentam também descobrir a verdade sobre seus pais e seus tutores, que parecem todos estarem envolvidos em algum tipo de sociedade secreta desconhecida.

O que falar dessa primeira temporada tão curtinha mas que já deu aquele quentinho no coração? 

A primeira coisa que preciso comentar é todo o visual da série, tanto em cenários e figurinos quanto à maquiagem, CG art e fotografia, todo o conjunto trazia um ar de infantilidade (com as cenas meio cartoonescas, que pareciam uma mistura de realidade imitando desenhos animados) com a melancolia e o sofrimento que traz essa história cheia de tragédias, e ficou perfeito. 
Claro que em alguns momentos o CG Art ficou praticamente escancarado, mas no fim serviu ao propósito dessa composição de desenho animado.

Neil Patrick Harris está simplesmente perfeito como o Conde Olaf, e não apenas cumpriu como superou as expectativas interpretando um personagem que interpreta outros personagens. 
As crianças também fizeram um ótimo trabalho, e uma das personagens que mais gostei nessa primeira temporada foi a Tia Josephine (Alfre Woodard), e a melhor cena é quando os Baudelaires chegam à casa da nova tutora ela se assusta ao ver-se no espelho. Entendedores entenderão. #risos

Vou parar por aqui para não dar mais Spoilers, fiquem com o Trailer 


E vocês já maratonaram a série? Me conta o que achou, vou adorar saber  

Imagens: Google

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