26.12.17

Extraordinário (Wonder, 2017)

Hey Guys, como estão?
Depois de uma semana fora do ar, eu voltei \o
Prometo que irei fazer um post explicando este grande drama que aconteceu na minha vida, afinal vocês são meus amigos (a) 
Enfim, semana passada escrevi um post sobre o filme MARAVILHOSO "Extraordinário (wonder)" e espero que vocês gostem...


Quando você gosta muito de um livro e ele é adaptado para o cinema, sempre bate aquele medinho, não é? Especialmente quando estamos falando de uma obra sensível, especial e com uma mensagem "universal" e necessária como Extraordinário, da autora R. J. Palácio.

Não consegui assistir o filme na pré estreia porque esgotaram os ingressos aqui em Tubarão SC porém no dia 12 de Dezembro eu fui conferir e o que eu posso dizer pra vocês já de cara é: saí do cinema feliz, chorosa, e achando o filme perfeito. No melhor estilo "não tenho o que falar de negativo".

Conforme fui pensando mais no que vi (e lembrando o que li), foram surgindo na mente alguns pontos mais fracos do filme, mas nada gritante que tenha atrapalhado o todo ou a sensação que o filme proporciona.

A verdade é que o longa nitidamente não tem pretensão nenhuma de ser O Filme, mas é tocante de forma extraordinária, claro. É fácil demais mergulhar na história!


Com certeza esse filme vai entrar pra lista das melhores adaptações que já vi. As pequenas mudanças feitas ou coisas do livro que ficaram de fora, são tão mínimas e se você parar pra pensar, realmente não têm importância perto do que foi pra tela: a história humanizada e com atuações maravilhosas que queríamos ver!

Pra quem verá só o filme, conseguirá captar toda a essência do livro. A leitura irá acrescentar mais algumas frases e ensinamentos lindos pra levar pra vida.
Pra quem já leu: sem decepções aqui, você vai se apaixonar de novo 

O livro é emocionante, mas fiquei impressionada em como chorei de fato no cinema - e não só no final do filme! (na verdade, chorei em 99% do filme). Ameeei o fato das visões de cada personagem estarem na tela assim como no livro - um recurso que funciona muito bem nos dois casos!; muitas citações também estão ali iguaizinhas!


"Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, 
escolha ser gentil."

O filme entrelaça momentos divertidos, críticos e emocionantes naturalmente. Inclusive, é dirigido pelo Stephen Chbosky, responsável também pelo livro e filme As vantagens de ser invisível.

Um conselho: não se engane achando que o filme é só para crianças! E não, não vou ficar falando o que você vai encontrar nele, vale a pena ser surpreendido... O que só lhe deixa duas opções: ler o livro ou ver o filme!

Bem, a questão do bullying é certa. Tem uma cena que é um tapa na cara da sociedade: em que o diretor da escola onde o Auggie estuda está conversando com a mãe de um aluno (uma daquelas bem ricas e preconceituosas), e ela acha um absurdo o filho dela estar sendo acusado de bullying, e então o Sr. Buzanfa - o diretor - diz mais ou menos assim: "O Auggie não pode mudar o que ele é, mas podemos mudar a forma como ele é visto". Ouch 


Jacob Tremblay está maravilhoso no papel do Auggie (a caracterização da deformidade no rosto impressiona)Julia Roberts também se destaca e caiu como uma luva no papel da mãe; Owen Wilson está confortável sendo o pai no filme (e divertido, mas não muito memorável)Noah Jupe como o Jack Will é uma gracinha sem fim; e aí chegamos na Izabela Vidoviccomo a Via (irmã do Auggie), que teve um dos meus arcos preferidos no livro e creio que vocês irão valorizá-lo no filme também. A atriz consegue trazer a carga dramática, a força e as inseguranças da personagem de forma bela.


Dois pontos fracos: eu diria que a fotografia do filme é bem comum, e a trilha sonora é bem apagadinha - salvo a We're going to be friends que toca quase no final do filme, na voz da Caroline Pennell...

Escolhas legais: Fazerem questão de colocar uma atriz como Sônia Braga para fazer o papel da avó brasileira do Auggie e da Via; e o fato de alguns personagens do filme terem sido interpretados por atores negros, mesmo não sendo descritos assim no livro. Isso contribui para a questão do "julgar pelas aparências" que o filme carrega. Mesmo esses personagens em filmes ainda sendo em sua maioria, coadjuvantes, "Extraordinário" tem um mérito: mais difícil do que mocinhas negras - vide Maddie em Tudo e Todas as Coisas - é um galãzinho negro, e esse é basicamente o papel do Justin (Nadji Jeter) no filme! Ah, foi uma pena a Summer (Millie Davis) não ter tido uma participação mais sólida como no livro!

Sr. Browne (Daveed Diggs) 

Summer (Millie Davis)

Justin (Nadji Jeter) e Via (Izabela Vidoviccomo)

ENFIM: leve sim a família para assistir, leve sim o lencinho (ou o lençol, porque garanto que você vai chorar demais) para enxugar as lágrimas!

E lembre-se: #SejaGentil #SomosTodosExtraordinários

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