22.8.18

Para todos os Garotos que já Amei

Hey Guys, como estão?
Vocês já viram que a Netflix realizou o meu sonho e o de muitas outras meninas? #risos 
Depois de três anos de espera, o filme de Para Todos Os Garotos Que Já Amei finalmente foi lançado pela Netflix e eu trouxe uma breve comparação de Filme x Livro


Em 2016 li o livro Para Todos Os Garotos Que Já Amei, sem nenhuma expectativa e fui totalmente surpreendida. Foi um dos melhores livros que li desse gênero, me apaixonei pelos personagens e não consegui largar o livro até chegar à última página e fiquei com aquele gostinho de quero mais. É uma história que aquece nosso coração e nos deixa com um sorriso bobo no rosto. 

Desde então venho aguardando a adaptação cinematográfica e quando a querida e maravilhosa Netflix anunciou que iria lançar o filme em sua plataforma eu quase pirei de tanta felicidade. 

Lara Jean é uma personagem com quem me identifico bastante e ela foi muito bem desenvolvida pela Jenny Han, a forma como ela vai amadurecendo e se descobrindo ocorre de uma maneira natural e não fica uma coisa muito forçada. 


É impossível não ver um pouco de nós na Lara, na fase da adolescência e até mesmo depois dela, afinal todos ficamos um pouco bobos quando nos apaixonamos, só muda a maneira como enfrentamos a situação. Para Lara Jean a forma que ela encontrou foi escrever cartas secretas, que nunca seriam entregues, para seus crushes, nessas cartas ela escreve tudo aquilo que sente e não tem coragem para falar, é ali que ela pode despejar todos os seus sentimentos mais profundos. 

Claro que nós leitores sempre ficamos um pouco com o pé atrás quando se trata de adaptações, principalmente quando é de um livro que gostamos muito. Por isso trouxe uma análise de filme x livro, lembrando sempre que são meios muito diferentes, as adaptações cinematográfica sempre precisam de algumas alterações. 

Posso dizer que o filme não decepciona, seguiu bastante a essência do livro, tem uma trilha sonora excelente e os atores souberam dar vida aos personagens de forma adequada, dá pra perceber a paixão que eles entregaram na interpretação e eles tiveram uma excelente química. 


Eu sou completamente apaixonada pelo Peter (Noah Centineo) e fiquei muito feliz com o personagem no filme e ele combinou muito com a Lana Condor, atriz que interpretou a Lara Jean. 

Claro que nem tudo é perfeito e eu senti falta de alguns detalhes presentes no livro, como por exemplo o fato de que no filme elas dizem que são as garotas Covey enquanto no livro elas se intitulam de Irmãs Song, que seria o nome do meio das meninas e o nome de solteira da mãe delas e isso tem um significado todo especial para elas. 

Outro detalhe que foi modificado foi o motivo para as cartas terem sido enviadas, mas na verdade acho que ficou melhor como aconteceu no filme do que no livro. 

Senti falta também das questões referentes às responsabilidades familiares das meninas, não percebi muito esse conflito que a Lara Jean tanto teve no livro, o fato de que ela precisaria ser mais responsável já que a irmã mais velha iria mudar de país e isso contribuiu demais para o amadurecimento dela. 


Enfim, não notei alterações absurdas do livro para o filme, considerando que o filme tem que ser mais dinâmico mesmo e que não pode conter todos os mínimos detalhes que estão no livro. Confesso que estava com saudades desse tipo de filme, aquele clichê gostoso e cheio de amorzinho, é impossível não sorrir com esse filme e gente, que final viu, quero já a continuação na minha mesa. 


Então se você ainda não assistiu, corre porque está muito bom e se você gosta de histórias apaixonantes não vai se arrepender, não deixem de conferir e depois conta pra gente o que achou do filme. 


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