7.3.19

Ver ou não Ver: Megarrromântico

E aí, Galeris?

Já ouviram falar de Megarrromântico? Para quem está em dúvida é uma comédia romântica da Netflix, e a ideia dela é justamente usar os clichês de outras comédias românticas. 

Minha vida se tornou uma comédia romântica e é censura 12 anos!

Fazem parte da comédia atores como: Rebel Wilson (A Escolha Perfeita), Adam DeVine (A Escolha Perfeita), Liam Hemsworth (Jogos Vorazes), Priyanka Chopra (Baywatch), Betty Gilpin (Glow) e Tom Ellis (Lucifer).


Trailer:

Sinopse: Natalie (Rebel Wilson) é uma jovem arquiteta bastante cética em relação ao amor, que se empenha para ser reconhecida por seu trabalho. Um dia, ao saltar do metrô, ela é assaltada em plena estação e, ao reagir, acaba batendo com a cabeça em uma pilastra. Ao despertar em um hospital, ela descobre que, misteriosamente, foi parar dentro de um filme de comédia romântica. 


 Porque Assistir:
Megarrromântico faz uma sátira do gênero, utilizando de vários clichês que são citados pela própria protagonista, causando humor exatamente por esses aspectos. Por exemplo: o clichê do melhor amigo gay que não tem vida fora a melhor amiga, competição feminina, narração da protagonista, pessoas dançando sem justificativa, etc.
É assim que você vai normalmente para o trabalho?
Se eu tivesse um emprego, sim.

Outro aspecto interessante são as referências a outros filmes, como: Uma Linda Mulher, Encantada, De repente 30, O Casamento do Meu Melhor Amigo, O Diário de Bridget Jones, entre outros. Mas, as algumas das mais visíveis são as de Uma Linda Mulher, contando até mesmo com referências ao figurino da Julia Roberts no filme.
Na verdade, eu acho que eles focaram na Julia e nos seus papéis mais icônicos, pois algumas das cenas retomam vários de seus filmes, mas não tenho como afirmar isso, já que não sou muito familiar das comédias românticas para dizer se algum filme que veio antes dos dela fez isso também.


Outro aspecto bastante positivo do filme é que ele leva o público a questionar um dos valores mais explorados pelos românticos, que é a idealização. Além, claro, da necessidade do outro para se sentir completo. E o filme trata de ambos, muito bem.
Já dizia RuPaul:

Se você não consegue se amar, como você pode amar outra pessoa?

Galeris, não há nada de errado de gostar de comédias românticas, e de um clichezão, tem gostos e gostos, bora deixar o outro ser feliz (mas, fiquem atentos a estereotipação, idealização e a diversidade). E, no quesito diversidade, devo acrescentar que o filme até me surpreendeu.


E, então galeris? Ver ou não ver?


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