6.6.20

Saudades...

Oi, oi, oi, como vai você?

Espero que esteja bem, saudável, assim como seus amigos e família.

A vida é complicada, cheia de altos e baixos e as cosias mudam toda hora e muito, as vezes nem tanto, mas mudam. Enfim, a vida é isso, mudanças, ciclos e coisas acontecendo.

Hoje eu quero falar de saudades e partidas. 


Eu sei que estou meio ausente, postagens avulsas e perdidas, entre contra tempos pessoais, e assuntos diversos e preguiça, não nego, e falta de inspiração, assumo, eu passei umas semanas sem postar, não é o ideal, mas acontece.

Procurando sobre o que escrever, as lembranças do face me remeteram ao que trago aqui hoje: SAUDADE, um tipo especial e único, saudades daquela pessoa que a gente não pode matar.

A saudade não se trata do tempo longe, nem do tempo que a gente conhece ou convive com alguém, ela é sobre conexão, sobre abraços, sobre sorrisos, sobre compartilhar.

As vezes a gente sente saudade de coisas que nem existiram, nem aconteceram, coisas e pessoas que nunca vimos, mas que de algum modo fazem parte de nós e da nossa vida. 

Trago um texto hoje sobre alguém que se foi cedo demais, de forma bruta demais e que marcou minha vida pra sempre, que eu amo e queria poder dizer de novo isso, queria poder abraçar ela de novo, e que vou parar de escrever, pois já tô sentindo o pesar de novo, as lágrimas de novo, só pra finalizar deixo um conselho velho e batido: aproveitem os momentos com as pessoas que vocês amam como se fossem únicos, últimos, pois a gente nunca sabe quando vai ser, mostre seus sentimentos e se esforce para ver, estar junto e curtir a companhia, pois infelizmente, um dia um de vocês não vai mais estar aqui. É a vida. É um saco.

É saudade e um pouco mais
É nostalgia, carência, solidão
Quase que um abandono
Sou meio órfã, meio gato de rua
Sem rumo, sem teto, sem lugar
Cadê aquele abraço, que só você tinha?
Aquele sorriso, que iluminava o mundo
Eu sei, você evoluiu, virou anjo
Estrela, fada, qualquer cosia assim
Eu aqui com a saudade, a nostalgia
E um pouco mais que isso
Não tínhamos o mesmo sangue
Nem o mesmo sobrenome
Não crescemos na mesma rua
Nem fomos amigas desde pequenas
E mesmo assim, você me conhecia tão bem
Mesmo assim, éramos família
Ainda hoje, ainda agora
Sinto sua falta, sempre vou sentir
Por que aquele abraço
Nunca vou achar outro igual
O seu abraço, seu sorriso
Tão seu, tão nosso...

Sinto sua falta Michelli, a pessoa que motivou esse texto, te amo muito prima, sei que você evoluiu, mas o mundo é um lugar pior, desde que você se foi, desde que seu sorriso e seu abraço, aquele abraço apertado, com gosto de casa se foram, sei que não fui presente como gostaria e como deveria, mas te amo e te amei, todos os dias. 

Boa semana a todos, beijos de luz e paz. 
Fogo nos racistas e nos fascistas, se puder, fica em casa, fica seguro e ignora, aqueles que tão ignorando a ciência. 



Nós acompanhe também:


.

Nenhum comentário:

Postar um comentário